Globo foge da polêmica e não fala do “Messias de arma na mão” da Mangueira

A comissão de frente da Mangueira desfila na Sapucaí - Júlio César Guimarães/UOL
Globo foge da polêmica e não fala do “Messias de arma na mão” da Mangueira
Terceira escola a entrar neste domingo na Sapucaí, a Mangueira defendeu o título conquistado em 2019 com uma mensagem forte, repleta de conexões com os dias atuais. O samba-enredo “A Verdade vos Fará Livre” narrou a trajetória de Cristo fazendo uma crítica que, na visão de muitos, dirigia-se ao presidente Jair Bolsonaro, à mistura de religião com política e a quem manifesta intolerância religiosa.
O mote da escola foi um Cristo “da gente”, com “rosto negro, sangue índio, corpo de mulher”, que passa por agruras e se pergunta se a sua mensagem é compreendida. Versos falam de “opressão” e “profetas da intolerância”. No trecho mais forte, a Mangueira cantou: “Favela, pega a visão/

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